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A polinização
É a disseminação dos grãos de pólen nos
órgãos reprodutores femininos. A grande
resistência do pólen explica o porquê desta
função essencial. Ela permite a fecundação,
mas pode decorrer um tempo relativamente
longo entre polinização e fecundação: mais
de um ano no caso do pinheiro, 6 meses no
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caso dos abetos . A polinização pode ser
directa desde que os estigmas de uma flor
recolham o pólen da mesma flor. Falamos
assim de auto polinização, mas ela é normal-
mente cruzada. A polinização é assegurada
por numerosos vectores entre os quais, por
vezes, o próprio Homem.
Os diferentesmodos de polinização
Os mais correntes todavia são os insectos
ou o vento que propagamos pólens.
A polinização pelos insectos
É a polinização entomófila. Para atrair os
insectos, as flores entomófilas ornam-se de
cores exuberantes ou de perfumes fortes. A
forma das suas corolas explica a especializa-
ção de certos insectos. Estemodo de poliniza-
ção é mais habitual nos trópicos, onde abun-
damas plantas com flores entomófilas.
A polinização pelo vento
É a polinização anemófila. É a mais fre-
quente nas nossas latitudes. As flores neste
caso não têm falta de ostentar cores e perfu-
mes atraentes! Em compensação, o pólen é
muito pulverulento, ligeiro, seco, abundante e
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dotado de propriedades aerodinâmicas .
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A polinização é dita hidrófila
se for efectuada pela água,
Ornitófila pelo pássaros
,
Malac
ófila pelo caracol
e quiropterófila pelo morcego.
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